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 O Exílio , a Dor, e a Redenção

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MensagemAssunto: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 02:07 pm

Tudo tem seu preço...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 02:29 pm

Dor, agonia, ódio...Se isso é morrer, eu não recomendo a ninguém...
A chegada do criminoso a sua prisão foi conturbada... Correria, comoção e ódio culminam este dia. Um dragão dourado trás uma figura ensanguentada e moribunda até o que já foi uma imponente montanha.
-Tem alguma coisa se aproximando por Noroeste, é grande, e esta vindo muito rápido- grita um orc de pele pálida ao realizar a sua patrulha matinal.
Com a aproximação constante da figura alada, logo eles percebem se tratar de Eldragon e Godofredo, respectivamente, o dragão e o guarda costas de seu chefe guerreiro, e sua voz fica muda, ao reconhecer, que a figura ensanguentada é a de Immperius.
O panico o toma por completo ao ver que um pelotão vem escoltando a esperada carruagem trazendo Micalateia, e o dragão está vindo acima deles, por sorte o dia está nublado, e o dragão não projeta nenhuma sombra sobre o comboio.
Rapidamente, Khar'rat sinaliza para que o dragão contorne a vila, escondendo assim, a sua chegada.
Ele avisa os outros orcs pelo simbolo de Orgrimar, que se preparam para receber o enfermo.
Apenas ele e Kil'rogh esperam o pouso da fera na face oculta da muntanha, e a visão que lhes é proposta é preocupante...
O dragão, outrora vigoroso, de olhar altivo, e musculatura poderosa, agora exibe um corpo frágil e esguio, enquanto o ferreiro em seu dorso, exibe um olhar profundo e desolado, adornado com olheiras negras como carvão, e um corpo igualmente debilitado. Mas nenhum dos 2 aparenta tamanha debilidade quanto o ser que os mesmos traziam. Um corpo magro, de aparencia moribunda, envolto em trapos ensanguentados, mais pálido que o próprio orc branco, e, como que um laço para enfeitar o pacote, com um braço faltando, exibindo em seu lugar, uma ferida mutilada, tornando possível ver seus ossos e músculos.
-Por sorte, justamente o assassino foi quem o encontrou- Pensa khar'rat, se sentindo aliviado com o pensamento de que se fossem Grom'mash, ou Garrosh a encontra-lo, eles agora estariam catatônicos, pondo assim, em risco a frágil vida trazida a cidade.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 02:42 pm

Com a aproximação da comitiva, Garrosh e seu pai, Grom'mash, se posicionam próximo a unica entrada terrestre das ruinas, e com poderosos brados, informam que os soldados não deveriam passar da ponte, que a carruagem ali deveria ser despojada de seus cavalos, e que eles voltassem a sua cidade, pois Orgrimar não mais seria amigável a qualquer um que invadisse as ruínas. Os soldados por sua vez, acatam a ordem, e apos desatrelar os cavalos, dão meia volta e retornam a sua cidade.
Os orcs chamam Gul'dan, que os acompanha até o veiculo, agora abandonado, que carrega uma carga que como eles haviam decidido, seria o foco de suas vidas. O velho orc adentra ao coldre, percebendo a figura de uma menina apática, mas ainda assim bela, com feições mais comuns em uma boneca do que em uma pessoa, sem marcas, cicatrizes ou deformidades, e enquanto tenta consolar a pequena viúva com suas palavras, pai e filho põe seus viçosos músculos em ação, puxando a carruagem até o átrio central de sua pequena vila.
-Pequena menina, sei que palavras jamais vão curar sua dor, mas peço, mesmo assim, que não desista de viver... Ele não iria gostar de se encontrar com você antes da hora... Se houver qualquer coisa que deseje, traremos a você com satisfação, pois nossas vidas agora, são apenas para servi-la...-
Com a menção destas palavras, a garota olha bruscamente para o velho orc, com um olhar assutado, de alguém que acorda de um pesadelo, e com o rosto rubro, diz, sem mais conseguir conter as lagrimas:
- Quero que tragam meu Immp de volta-
Ela se agarra ao manto do orc, que assiste impotente a cena, sem saber o que fazer, ele se detém apenas a acariciar os cabelos da menina, enquanto ela tem seu pranto já esperado.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 03:37 pm

O orc leva rapidamente o enfermo para o quarto de Kilr'rogh, que ja estava a postos para atendelo, e apos algumas horas de entoações xamãnicas, e alguns feitiços de cura, consegue estabilizar o paciente, que agora dorme tranquilamente. E ao olhar para seus companheiros, ele rapidamente percebe que, apesar do esgotamento físico e mental, eles não tem ferimentos, e são rapidamente levados a cozinha, aonde entre mordidas e bocadas, contam o que aconteceu...
-Nós não entendemos muito bem o que aconteceu, quando vimos, o mestre Immperius estava cruzando espadas com Lorde Uhysash, houve uma grande explosão e... Me desculpem, mas minha memoria não anda bem, não dormimos nem comemos a 1 semana, viajamos o mais rápido que pudemos, mas de tempos em tempos tínhamos que parar para curar e alimentar o mestre...-Godofredo
- Eldragon não disse nenhuma palavra desde que recuperamos o corpo de Immperius, um misto de preocupação e ódio é tudo que consigo sentir nele...
Ao olhar com mais atenção, o orc percebe que o dragão não havia tocado nas barras de ouro que lhes haviam sido servidas, e o mesmo estava quieto e distante...
Com o passar da refeição, o orc termina de interrogar o ferreiro sobre o ocorrido, e repara que ele esta a muito tempo em sua forma humana, coisa fora do comum, já que normalmente ele esta transformado em uma criatura amarela, pequena e redonda.
Os 3 retornam ao quarto do xamã, para mover seu mestre aos seus aposentos, e Kar'rat quase tem sua mão boa decepada por Eldragon, quando Godofredo o avisa que ele não deixa mais ninguém tocar o corpo de Immperius, o orc então assiste, enquanto o dragão carrega seu amo.
Apos algumas horas, com o cair da noite, o alivio toma conta dos dois "enfermeiros" quando seu mestre acorda, mesmo que fraco, rugindo de dor.
Eu sabia que ele não se entregaria tão fácil, pensa o orc, mas algo o preocupa, pois ele ja viu o guerreiro ser atravessado por lanças e espadas, ser incendiado em seus treinos, e nem alterar a respiração, o que estará sentindo ele agora que o faz sentir tanta dor...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 03:45 pm

Com o cair da noite, Micalateia começa a se render ao sono, e pergunta a Gul'dan aonde ela iria dormir. O orc, orgulhoso de seu trabalho passado em decorar suas acomodações, com a ajuda do demônio que servia a seu mestre, leva a jovem a suas acomodações, mas algo esta errado, pois apesar de ela não ter percebido, urros de dor vem das profundezas das ruinas, direção antes habitada por seu chefe guerreiro.
Ao chegarem ao quarto, a nova rainha olha, quase que como se procura-se por algo, agradece e pede para ficar sozinha. Ao retornar ao átrio Gul'dan encontra um jovem humano, em armadura vermelha como sangue, parado, no centro do comodo, e ele traz uma mochila, estranhamente destoante da armadura. Como que por magica, o corpo do guerreiro estremece, e com o som de um trovão, desaparece, deixando apenas o chão queimado aonde estava parado...
O velho orc coça seus olhos e considera aquilo apenas uma ilusão causada pelo cansaço, e se recolhe também a seus aposentos...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 04:03 pm

Tão súbito quanto começaram, os berros de dor e agonia pararam, e Immperius agora parece apenas um pouco atordoado, e diz que esta faminto, os orcs, imaginando que isso eventualmente aconteceria, trouxeram um alce que eles haviam preparado para o despertar do chefe guerreiro, que o devora em um piscar de olhos, deixando aliviados, mesmo que or um instante, os dois orcs que cuidam dele, pois se esta comendo, ja esta ficando bom. Mas o alivio não tarda em desaparecer, pois, apesar de seu corpo se restaurar gradativamente enquanto come, agora, o 3 javali que Alphred, o demônio mordomo trazia com alegria, ele percebia que não existia mais poder algum em seu líder. Kil'rogh esplica a ele que é natural que seu corpo se recupere tão rápido, pois graças ao sangue de lobisomem, o corpo de Immperios conseguiria regenerar seus tecidos quase que instantaneamente, e que só não o estaria fazendo, pois o mesmo estava desnutrido apos regenerar tantos ossos e orgãos vitais.
-Então me diga o motivo do braço dele não crescer de novo... Ou o que esta me impedindo de sentir a presença, outrora massiva que ele normalmente emite...
O xamã, pego de surpresa pela retorica de seu aliado presta agora mais atenção no rapaz, e persebe que apesar de parecer novamente provido de suas forças, continua sem o braço, e não emite poder algum. Mas rapidamente ele desconversa...
-Provavelmente isso se deve ao fato de ele ainda estar muito ferido, mesmo sendo aquele monstro que conhecemos, ele vai precisar de mais tempo, e apesar de estar se sentindo bem, ainda vejo que sua vida esta por 1 fio, que no momento, até mesmo um cão, ou uma criança, poderia mata-lo com um simples toque, perceba que mesmo o demônio servindo seu mestre e limpando alguns ferimentos que ainda persistem, ele não o toca, ele usa de magia para fazer com que o pano o limpe sozinho.
O orc então deixa o comodo, pensando nas palavras do xamã, que o acompanha, quando ouve um som estridente, como o de um trovão vindo o quarto de seu mestre, ele da meia volta e corre de volta, mas a porta esta bloqueada, e ele não consegue arromba-la.
E por mais estranho que seja, nada se ouve do quarto, nem o som de luta, nem madeira queimando... Nada...
Ao correr para o lado de fora daquela parte da ruína, ele percebe que a janela também esta bloqueada.Então Ele pensa que talvez, apenas a porta tenha batido, e que o mordomo demoníaco apenas bloqueara a porta e a janela para seu mestre não ser mais perturbado...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   27/07/15, 04:22 pm

Após terminar, o que pelas suas contas é o 7 javali, Immperius finalmente sente que sua fome foi saciada, porem ele ainda se sente estranho. Em um piscar de olhos, ele vê um guerreiro parado no meio de seu quarto, com uma armadura vermelha, uma verdadeira obra prima de acordo com seus olhos experiêntes na confecção de tal objeto, e uma mochila, destoando completamente de sua endumentaria. O guerreiro abre o elmo, revelando ser Lion, um dos 5 cavaleiros escarlates, que se aproxima, servindo um copo com água, e deixando a mesa de cabeceira, só então pedindo que Immperius o pegue, juntamente com 3 comprimidos estranhos. Ele o faz, sem exitar e sente uma dormência pelo seu corpo, Lion então esplíca que são analgésicos, pois mesmo que ele consiga resistir bem, sabe que a dor dos ferimentos de Immperius é descomunal.
- E então maninho, sente-se melhor?- diz o cavaleiro, sorrindo
Immperius o encara, em um misto de duvida e medo, pois até onde sabe, este seria o mais rabugento dos filhos de Uhysash, o que poderia ter acontecido, para que ele trata-se tão bem o algoz de seu pai.
-Você deve estar se perguntando o motivo de eu ainda não matado você, e é bem simples: A anos eu venho tentando, o que pelas noticias que correm, você conseguiu, não vou mentir, não me agrada a idéia de nosso pai finalmente estar morto, uma vez que não fui eu a ceifar sua existência, mas pelo menos, foi alguém da família. Wink
-Bom, vou ser breve, pois você precisa descansar, e eu não posso me ausentar do castelo por muito tempo, vou te ajudar a se recuperar, e fique sabendo, você agora conquistou a minha atenção, vou acompanhar seus paços de perto, e até te dar algumas ajudinhas pelo caminho.
- Agora que as explicações foram dadas... Tenho um presente para você, de um conhecido seu.
Ele ajuda a desembrulhar da mochila, tomando o cuidado para não tocar em Immperius, que se surpreende ao ver a estranha escultura, um tanto irônica...
-Um braço de ferro? (Immperius)
-Sim, mas não um braço qualquer, agora te olhando pessoalmente, eu entendo o que o Brok quis dizer com " Ele vai precisar disso, eu exauri todo o poder, mas ele tem que colocar isso sozinho", pelo que eu entendi, você esta em fase, seu corpo esta lutando contra nosso mundo, então, por alguns dias, ninguém deve toca-lo, ou você vai morrer, quanto ao braço, ele não é de nenhum material existente nesse mundo, é feito do Bio-aço do Brok, então acho que vc não vai ter problemas. Bom, já me passei muito, aqui tem mais analgesicos, tome a vontade que amanhã eu volto com mais. Agora até mais, se cuida, e lembre-se, sem contato físico com nenhum ser vivo ein Wink
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   29/07/15, 09:07 am

Mais dois dias se passam nessa vila, e Micalateia continua muda. Gul'dan, teria sido o único dos orcs a ouvir qualquer palavra dita por ela, e mesmo ele, só a vira falar no dia que chegou.
Sua mente esta distante, e seus pensamentos perdidos ao vento, ela sente como se nada mais lhe chama-se a atenção. Mas ainda assim, sentindo-se encomodáda por ficar parada o dia todo, ela começa a ajudar nas fortificações da vila, dentro de suas limitações. Ela começa a criar uma serie de armadilhas e explosivos, porém, os orcs percebem que ela não falha, que suas medidas são precisas, e mesmo assim, ela não olha para o que esta fazendo...
-O Chefe Guerreiro sempre disse que a senhora era descuidada, e que normalmente suas coisas explodiam...(Ghul'dan)
-Eu sei, ao lado dele, eu me sentia segura, segura inclusive para errar, pois ele me protegeria, então eu sempre tentava ir além, por isso errava. Mas agora ele não esta mais aqui, então não vejo mais por que aprender, por que ir alem, então eu só faço o que eu já domino... o que eu já sei...
A cena então é interrompida por um rugido em coro de dois orcs.
Gul'dan- Vou ver o que esta acontecendo com aqueles imbecis, não se preocupe minha rainha, seu sossego não mais será perturbado.
Ao adentrar novamente nas ruínas, o ancião vê uma cena a muito não repetida, Garrosh e Grom'mash festejavam, e, ao perceberem a aproximação do bruxo, o puxam pelo braço, levando-o até o quarto do antigo Chefe Guerreiro...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   29/07/15, 09:20 am

Longos minutos se passam, e o estardalhaço gerado por Grom'mas e seu filho, começa a exaurir as energias do, finalmente fora de risco, Chefe Guerreiro, que pede para eles parem, pois precisa descansar.
Com a chegada de Ghul'dan, pelo menos eles pareceram recuperar a sanidade, dentro da medida do possível.
- Mas e o que vocês dois estavam fazendo aqui?- Pergunta o ancião, com um olhar duro e ríspido, sendo atendido por Garrosh:
- Uma vez por lua, entramos aqui e limpamos tudo, é um rito do Clã Grito Infernal para a superação da morte dos membros próximos do Clã, mas normalmente se faz isso com uma faca, ou uma Ombreira, nosso chefe guerreiro é o primeiro a deixar um comodo inteiro pra traz...
Como que só entendendo a situação agora, Gul'dan se chacoalha, saindo apressado e pedindo que os dois ajudem e limpem Immperius, pois já é chegado o momento de ele reencontrar alguém.
Os dois orcs acatam o pedido do bruxo, e ajudam o recém curado enfermo a se por de pé, percebendo que sua força ainda é oscilante, julgando assim, que seria melhor deixa-lo sentado em seu leito, e apenas o ajudariam a se livrar daquele ar mórbido, e do cheiro de doença que ainda estava impregnado  no quarto.


Última edição por Immperius em 21/09/15, 04:03 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   29/07/15, 09:35 am

Alguns minutos se passam enquanto Ghul'dan escolhe as palavras certas para informar o ocorrido a Micalateia, afinal, uma palavra errada, e todo o carinho que ela parecia ter por ele se torna-rá ódio...
Na falta de melhores maneiras, o orc vai até a garota, que permaneceu ali, parada e em pé, estática, como que insensível a passagem de tempo. O orc a chama, e começa a leva-la ao quarto de Immperius, quando estão chegando la, o orc lhe diz:
- Minha rainha ainda se lembra do que me pediu logo que chegou as terras de Orgrimar? Bom, nós conseguimos, como é de nosso dever, atender a teu desejo... Ao menos boa parte dele.
Dizendo essas ultimas palavras, ele abre a porta, mostrando a figura de um rapaz forte, musculoso, coberto por uma simples túnica que apenas lhe cobre parte do largo peito e metade de suas pernas.
Ghul'dan fecha a porta, achando que os dois precisariam ficar um tempo sozinhos, e avisa a todos de que eles não devem ser perturbados.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   29/07/15, 05:43 pm

Ao ouvir as palavras de Ghoul´dan seu olhar retorna ao presente, desnorteada sem saber ao certo como reagir. Porque estava lhe dando esperanças, ela o viu morrer, ela mesma havia experimentado a angustia e sofrimento da morte de seu amado como se ela mesma estivesse em seu corpo no momento da dilaceração; Antes de tudo ela não só o viu morrer como em parte morreu com ele.  Mas ... Ghoul´dan não mentiria, os comandantes sempre o seguiram e serviram com devoção e movidos por este mesmo sentimento não haveria de ser diferente a conduta para com ela, eles não mentiriam... Mas se não mentiram....

 A porta se abre... seu coração para por um instante, um sorriso desdobrasse descontroladamente, com suas mãos levadas ao peito em uma tentativa de acalmar a arritmia subsequente e tentando controlar as lagrimas que agora correm em seu rosto misturando-se perfeitamente com o mais terno sorriso imaginável, correndo em direção a ele no impulso de não querer perder um só segundo mais para estar perto... Ao pôr-se na sua frente e analisando se não tratava-se de uma ilusão, no zelo de não ferir-se novamente,  é interrompida pela voz que ela ansiava ouvir a tanto tempo, o que a faz cair aos pés da figura de seu amado,  agravando a arritmia agora latejante.

 Immperius ao vê-la pôr-se ao chão... Diz ignorando seu estado físico e seguindo sua conduta gentil já característica, esboçando uma face que acalmaria o mais tenebroso demônio, escondendo em seu sorriso a dor que sente para assim abrandar o sofrimento de sua amada...

- Desculpe, não pude manter minha promessa e a fiz sofrer.

 Acariciando seu cabelo em um toque suave, olhando em seus olhos afim de a fazer crer, em movimento único a puxa para mais perto de si, deixando assim cair acidentalmente a túnica que até então o cobria expondo seu braço não mais humano. Micalateia ao ver o novo membro, subitamente olha para a face de immperius que devolve com um olhar triste e que ao mesmo tempo diz para não se preocupar, ele a beija na testa e sussurrando...

- Não há o que temer, o importante é que estou aqui ... que eu voltei.

 Micalateia agora não mais refém do sofrimento outrora pertinente, livrando-se das lagrimas...

- Mesmo que lhe falte uma parte, mesmo se machucado, eu sempre estarei aqui por você, sempre lhe amarei...

 Havia tantas perguntas, tanto a saber, mas agora já não fazia mais sentido, não havia tanta importância, porque o mais importante é que ele voltou, ele voltou para seus cuidados, ele voltou ,antes de tudo, para ela.  Com um sorriso radiante olha para Immperius, que retribui igualmente, abraça-o na tentativa de acalentar as dores dele, mostrar o quão grandiosa foi a saudade... beijando-o ternamente...; Ao seu ouvido sussurra as únicas palavras que pudera sintetizar todos os sentimentos:

- Bem-vindo ao lar.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   03/08/15, 10:48 am

Duas noites se passaram desde o retorno a normalidade de Orgrimar...
Por deifinição dos lordes orcs, cada noite seria festejada como se fosse a última.
Com o raiar do dia, a musica cantada por todos se tornou apenas um balbucear de conversas paralelas em torno da mesa montada no centro externo das ruínas. Gul'dan agora dorme, apoiado em sua cadeira feita de ossos de algumas criaturas que invadiram o território de orgrimar, assim como a de Kil'rogh. Garrosh e seu pai, Grom'mash se vem em uma insistente disputa para ver qual dos dois conseguem beber mais do licor criado por Immperius e Micalateia, usando um suco fermentado de cevada e uvas, mas ambos acabam sempre sendo derrotados por Khar'rat, que consegue a incrível façanha de beber 3 canecos fartos enquanto pai e filho disputam para terminar o primeiro. Kil'rogh, por sua vez, conversa com Immperius, tentando colocar o chefe guerreiro a par d tudo que ocorrera durante sua enfermidade...
Mas ninguém na festa parecia mais feliz que Micalateia, que passara a noite rindo, conversando em alto tom... Mas agora se aninhava no colo de seu marido, ou como ela vem brincado, seu "finado marido".
Mas com o nascer do sol, um estrondo de uma trombeta despertara a todos de seu transe induzido pelas comemorações. Este era o som do Chifre do inferno, um encanto criado pelo lorde bruxo para que ninguém cruzasse as fronteiras da cidade furtivamente.
Apesar de debilitados, todos se pões de pé, sacam suas armas, com exceção de Immperius, que sente a mão de Grom'mash impedi-lo de levantar...
- Tu podes ser nosso chefe guerreiro, e pela tua vontade invadiríamos até o inferno, mas hoje tu ainda é fraco, até que volte, seremos a tua espada e teu escudo. Aproveita este tempo para recobrar tua força.
Os orcs avançam, cada um a sua maneira, cambaleando e tropeçando, consequência do constante consumo de álcool.
Dez minutos se passam, e o terror toma a mente do chefe guerreiro, pois seus companheiros ainda não haviam retornado. Depositando sua esposa gentilmente sobre o trono trazido da cozinha, ele parte, trancando o salão improvisado. Ele demora a perceber, mas a arma que impunha é pesada demais para ele. Os restos de metal que ele impunha, outrora formaram uma massiva espada, mas hoje, a sua "juiz" não passava de uma espada curta, pesada e sem fio.
O guerreiro corre, e ao alcançar os seus companheiros, uma visão de terror o atinge em cheio, todos eles estavam estirados no chão, inertes. Ao se aproximar deles, verifica seus sinais vitais, e confirma que todos estão apenas inconscientes, e com estranhas marcas nos pescoços, como se algo os tivesse dado o último toque para empurra-los a este estado. Confuso, e sem forças para arrastar seus corpos, ele corre de volta a alcova de sua esposa, pois se fosse para acontecer algo, que fosse com ele, e não com sua já tão castigada esposa.
Como que um lampejo, seus reflexos de cavaleiro provam não terem o abandonado, e ao sentir a aproximação do golpe, ele levanta seu braço esquerdo para proteger o pescoço. O som de madeira e metal se chocando foi horrível, e Immperius percebe, se não fosse o presente de Brok Stark ele agora estaria com o pescoço quebrado.
Ao se virar, pouco se pôde entender de seu agressor, mas seu corpo trabalha rápido, com movimentos que lhe parecem naturais, ele desarma a figura, com pouco mais de 1m de altura, agarra o que ele julga ser o pescoço da criatura e aponta sua espada para o rosto do agressor, quando algo o surpreende...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   03/08/15, 11:29 am

-BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, VC VAI ME MATAAAAAAAR, UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA...
A visão da pequena criança lhe é perturbadora, seu rosto tem os ossos da face marcados, mostrando que a muito a criança não come direito, seus olhos são tristes, mas profundos, deixando claro que ela ja fora tocada pelo terror da morte e da violência humana.
Lentamente, ele começa a reduzir a pressão sobre o pescoço da criança e a baixa de volta ao chão... Olhando com calma, ele vê que a menina, nua como veio ao mundo, tinha alguns machucados pelo corpo, seus cabelos longos iam até a cintura, suas mãozinhas estavam machucadas... Quem poderia ter maltratado tanto esta criança? Seu devaneio é interrompido por um som rouco, vindo do estomago da menina, apenas então Immperius percebe que ela talvez tenha sido atraída pelo barulho. Ele comanda que Alfred, seu demônio mordomo traga algo para a menina comer, e um pouco de suco, pois a criança tem sinais claros de desidratação.
Apos ter consumido, pelos cálculos de Immperius, três vezes seu peso em comida, a menina finalmente fala...
-Aaaaaaaaaaaaaaah, to estufada Very Happy... Oi meu nome é Mel, e vc agora é meu papai ^^.
Como que por mágica, Micalateia desperta, emanando uma fúria incomparável ela cobra uma explicação da criança, que a encara sem um único traço de medo ou hesitação enquanto segura com uma das mãos o dedo indicador de Immperius, mantendo-o atraz de si...
-Pff vc não me assusta, meu papai vai partir vc em pedaços, e quando ele acabar com vc só vai sobrar essa sua tiara retorcida pelo chão, igual ele fez com os caras maus de Berard. Ele é muito forte, pode parar um exercito inteiro sozinho, e não é uma nanica que vai me ameaçar.
Immperius entra em um turbilhão de pensamentos, pois o mesmo nunca se perguntara o que aconteceu com as pessoas não militarizadas que viviam em Berard, nunca parou para pensar, que os soldados que ele decepava com facilidade, poderiam ter passados e pessoas que se importavam com eles...
Ao retornar de seu devaneio, Immperius vê a expressão de Micalateia mudar drasticamente, como se as duas tivessem conversado por um longo tempo, enquanto Immperius se perdia em seus pensamentos.
Então a jovem esposa toma uma atitude que deixa o guerreiro confuso e aturdido, ela se abaixa a frente da criança e beija-lhe a testa dizendo...
- Olá, eu sou sua nova mamãe, meu nome é Micalateia, tenho certeza que seremos ótimas amigas, pois amamos o mesmo homem, seu pai. - Ao se levantar,com um olhar frio, afiado como uma adaga, ela diz:
-E como sua mãe, se você ousar me afrontar de novo, vou estripar você viva, decapta-la usando teus ossos como ceifa, e ornar meus vestidos com tuas entranhas...
A criança, por sua vez, cai as lagrimar, pensando que por medo, mas ao focar sua atenção nas palavras da criança, ele se surpreende...
- Eu não achei que seria tão bom vir pra cá, eu perdi tudo uma vez, vim atas do cavaleiro que me protegeu quando meus pais foram mortos pelos homens maus, pensando que agora ele seria meu papai, mas ainda por cima, ganhei uma mamãe também, que dia feliz Very Happy...
Ao termino dessas palavras, a criança adormece, no colo de Micalateia que sorri, e abraça a criança, como quem abraça sua boneca favorita. Com a ajuda de Immperius ela a coloca na cama do casal, deitando-se a seu lado, Immperius, de pé, apenas observa a cena, de pé, ainda confuso. Quando Micalateia tem a certeza de que a criança se encontrava em sono profundo, ela conta que enquanto Immperius parecia reviver os horrores presenciados em Brerard, a menina lhe contara sua historia por completo, de como seus pais haviam sido mortos pelos soldados de Hyru, e como Immperius a protegeu dos soldados, lutando até que o ultimo homem caísse a sua frente, de toda a sua jornada até ali, todas as dificuldades, e de seu sonho, de se tornar uma grande amazona, tão poderosa quanto o cavaleiro, que de acordo com ela, desprezara o destino, tirando-lhe da morte.
Immperius se deita atras de Micalateia, que continua abraçada na criança, mesmo ela estando suja, quando o pedido lhe surpreende.
-Podemos ficar com ela? Ela é tão bonitinha, e tenho certeza que posso cuidar dessa bonequinha, por favor, deixe ela ficar Imp...
Então, tomado pelas dores de seus ferimentos que teimam em não se fechar, Immperius passa seu braço humano pela cintura de sua amada, chegando ao braço da recém chegada criança, e diz, beijando os cabelos de sua amada, enquanto se entrega ao sono tão necessário...
- Tudo o que você quiser, e se for de tua vontade, que esta seja nossa primeira filha...
Pouco antes de mergulhar em sono profundo, Immperius sente que a criança se aninha mais em sua esposa e puxa seu braço, balbuseando em meio aos seus sonhos...
-Que bom, agora eu tenho um papai e uma mamãe de novo...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   21/09/15, 05:55 pm

Dias viram semanas, e as mesmas formam os meses... E assim, Immperius a dois meses vive feliz em sua vila, porém, a felicidade se vai junto com o sol. As noites em Orgrimar são repletas de terror e medo, pois, embora todos os outros habitantes durmam tranquilos, as noites do ferreiro a muito são tomadas pelos horrores que ele viveu na guerra. Estranhamente, ele lembrava do rosto de cada inimigo derrotado, e de suas ultimas palavras, que em grande parte eram apenas gritos desesperados que imploravam por piedade e clemência. E esta noite não foi diferente...
Ele se via de pé, empunhando seu martelo e escudo, sendo seguido de perto por Lailiam e seus ajudantes, um aglomerado de casas se postava em seu caminho, vários cavaleiros vinham na direção deles, e então, o lampejo do combate... Na presença de sua irmã de armas, cada vez que investia contra os inimigos, sua mente ficava tranquila, entorpecida, como se ele não fosse mais que uma marionete que serviria de escudo de sua companheira.
Homens, mulheres, crianças, não importava, qualquer um que empunhasse uma arma era esmagado e enviscerado como um porco no abatedouro. Sua cólera era implacável, e seus movimentos destruidores abriam caminho no mar de inimigos e cadáveres que se formava a sua frente, e quando a distancia se tornava suficiente, ele instintivamente erguia seu escudo, pois sabia, que a morte viria dos céus. A chuva que caia enganava bem os inimigos, que não percebiam a flecha maldita que havia sido disparada, e quando essa começava a cair, se multiplicava, infinitas vezes, garantindo assim a extinção de qualquer inimigo que ainda respirasse.
Mais uma vez, ele se viu atolado nos cadáveres de mais uma vila, sua armadura, outrora reluzente em ouro e prata, agora coberta de flechas inimigas e vísceras, o fazia afundar até os tornozelos na lama de terra e sangue que os circulava.
Como sempre, ao fim de mais um massacre, ele estava enjoado, enojado do que ele acabara de fazer, mas tudo isso desaparecia, como sempre, com o beijo terno de Lailiam em seus cabelos dourados, e seu sorriso, afirmando que eles estavam atrasados para o jantar no acampamento estabelecido a mando de Uhysash, e que isso não passara de mais um combate.
Não só por uso do elo mental estabelecido entre eles, mas também pela cumplicidade e pelo carinho fraternal que existia entre os dois, seus temores e receios pela matança desapareciam, pois sua companheira vinha de um planeta em guerra, em que morte e crueldade se misturam com as belezas de um mundo que diabolicamente equilibra vida e morte.
Rapidamente o senário muda, e agora ele se postava no topo da colina, imponente, poderoso, imperando a luz da lua cheia, avistando um grupo de ladrões e contrabandistas que exalavam o cheiro que ele fora doutrinado a caçar cada vez e a fera que viva em seu amago viesse a tona quando a lua se mostrava plena na noite.
Seus rostos eram deformados pelo medo, suas garras cortavam suas espadas e armaduras de couro, como se elas e o ar tivessem a mesma densidade, ceifava suas vidas como se isso não fosse diferente de arrancar uma erva daninha no jardim, e assim, com o nascer do sol, ele se via mais uma vez, coberto de tripas e sangue, rodeado de morte e desespero.
Quando de longe ele ouve as vozes acolhedoras de duas pessoas, ele não as reconhece de imediato, apenas quado as imagens começam a oscilar a sua frente ele reconhece como sendo as vozes de sua esposa e sua filha.
Ele finalmente desperta do seu sono, arfando, com os pulmões queimando, respirando cada vez com mais força, buscando o ar que não abastecia o suficiente seus pulmões, ao olhar ao redor, ele viu Micalateia de costas, tentando ao máximo cobrir a pequena figura de Mel, que o olhava com um olhar de diversão,enquanto repetia em meio as suas risadas...
-Papai vc ta tendo mais um pesadelo ^^ é só um sonho ririri....
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   21/09/15, 06:20 pm

Ao olhar ao redor, ele percebe a real gravidade da cena...
Alfred, mesmo tendo um poder descomunalmente superior ao dele, se esforça para imobiliza-lo enquanto os corpos de Garrosh, Grom'mash e Kha'rat jaziam inconscientes atras dele...
Quando todos foram tratados por Kil'rogh, seus generais insistem em dizer que aquilo não lhes gerava incomodo algum, e que eles não se importavam de ter que tentar segurar seu chefe guerreiro durante seus surtos de terror. Mas ele sabia, essa situação em breve traria consequências irreversíveis, pois ele havia sido alertado que embora acordado, ele não tenha muito mais força que um humano normal, durante seus pesadelos, sua força e velocidade se assemelhavam a do senhor do abismo Lúcifer, e que a cada noite, seu poder ficava mais forte e que em breve ele não mais conseguiria deter seu mestre.
A manhã decorreu tão normal como possível, eles tomaram seu dejejum preparado habilmente por Alfred, e foram para o centro das ruínas, aonde ele havia construído uma forja improvisada, e la ele tentava construir algo para ajudar na reconstrução do castelo que habitavam, mas nada saia, ele não conseguia nem ao menos projetar os maquinários que eram tão comuns em seu mundo...
A noite eles acenderam a pira e jantaram a luz das estrelas, coisa que a dias lhes era negada pelas chuvas constantes que vinham caindo. O lobo elétrico trazia o aviso de que Lion viria para a ceia como já era de costume, uma vez que o mesmo vinha até 3 vezes na semana trazendo noticias do mundo fora das fronteiras de Orgrimar, e que hoje traria um convidado.
Ele imaginou se tratar da família Stark, já que Brok regularmente vinha para fazer ajustes em seu braço... Ele não poderia estar mais enganado...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   21/09/15, 07:29 pm

Trombetas soaram ao longe, mas não eram um soar qualquer, aquelas eram trombetas de prata, como a que ele mesmo um dia carregara consigo, a trombeta de guerra que anunciava a chegada de um comandante do exercito de Amodos. Instintivamente ele sacara o machado feito por Grom'mash para ele, forjado em ferro orc, sendo assim, praticamente indestrutível, mas ele fora o único a reagir a tempo, quando deu por si, todos estavam cercados, lanças e espadas ameaçavam as gargantas de seu povo, e um filete de sangue escorria pelo pescoço de sua esposa que se cortara lutando para se libertar do cavaleiro que a segurava.
Immperius então mostrara que não era apenas um cavaleiro comum, e que seu treinamento supervisionado de perto por Uhysash, Marcos e Milf deram resultados, com um movimento único, as 7 espadas que apontavam para seu peito foram despojadas de seus donos que ficaram atônicos com a velocidade e a técnica exibida pelo guerreiro, que em um golpe combinado com um salto, derrubou mais 3 cavaleiros que imobilizavam Micalateia. Inspirados pela vontade de lutar de Immperius, um a um os lordes orc começaram a lutar, mas como havia sido ordenado por seu Chefe Guerreiro, apenas nocauteando e incapacitando seus oponentes. Rapidamente eles retomaram o controle da situação, e foi quando uma visão derrubou completamente seu espirito de luta...
Immperius era erguido do chão a um metro, segurado pelo pescoço, por um ser que apesar de humano, tinha o tamanho de um ogro, sua voz soara como uma tempestade e mesmo as rochas tremeram quando seu brado foi emitido:
-PAREM TODOS, OU VOCÊS SERÃO MASSACRADOS AQUI E AGORA, NÃO VIEMOS BUSCAR MORTE, MAS SE FOR DE SUA VONTADE, LHES GUIAREMOS AO TÚMULO DE BOM GRADO.
Ao abrir a mão, ele deixa Immperius cair ao chão, impotente, mal tendo forças para respirar.
Apenas quando o ultimo de seus cavaleiros deixa a cidade, montando acampamento próximo a vila, ele remove o elmo, revelando ser o próprio Marcus, em sua armadura de cristal e sua presença que faz o próprio inferno parecer uma opção melhor que lutar.
Ele analisa cada um dos presentes, devolvendo calmamente as armas dos orcs a seus donos que as haviam derrubado, desolados pela  visão, e recoloca o Immperius em seu trono, verificando se o mesmo não havia sido ferido, constatando que o mesmo só estava inconsciente, ele puxa um bloco de pedra e se senta a direita do trono, e começa a conversar com a criança que o golpeia com toda a fúria, e ri, calorosamente quanto diz que esta feliz em ver que a família de Immperius esta aumentando.
Em poucos minutos, Immperius recupera os sentidos, e Marcus os instrui a continuar o jantar, que decorre sem mais eventos, enquanto todos comem calados e Mel golpeia a cabeça do imponente cavaleiro, que se diverte com o espirito de luta da pequena, quando finalmente o silêncio é rompido...
(Marcus)- Fiquei preocupado com o seu desaparecimento, eu sabia que você estaria vivo, mas não sabia aonde te procurar, afinal, você tinha casas por todo o império, e não o culparia se estivesse se escondendo.
(Immperius)- Não tenho motivos para isso, segui o que meu coração disse ser certo, e não me arrependo de nada.
(Marcus)- Você matou Uhysash, cruzou sua espada com a dele sem nem exitar e...
(Immperius)- Aquele não era Uhysash, éra apenas aquele parasita imundo do sombra que havia tomado o controle!
(Marcus)- Eu sei, e sinto orgulho de seus atos, pois os compreendo e talvez tivesse feito o mesmo em seu lugar, mas entenda, você enfrentou um inimigo que nem mesmo eu poderia ter vencido, mesmo que enfraquecido, O Sombra é um oponente formidável, e foi um verdadeiro milagre você não ter morrido. Eu me preocupo com seu bem estar, sei que deve ser difícil conviver com o peso de seus atos.
(Immperius)- A luta com ele só me afetou fisicamente, não trago magoas de ter tentado mata-lo, afirmo inclusive que enquanto lutava com sombra, sentia a presença de Uhysash me protegendo e guiando minha espada enquanto me defendia dos golpes de seu outro eu.
(Marcus)- Bom, nunca saberemos, pois misteriosamente você conseguiu derrotar ele, e poucos dias depois de sua luta, ele veio a falecer. Mas e você, sinto que seu braço é o que menos vem te incomodando ultimamente.
(Immperius)- Não consigo mais dormir, sempre que acordo, me vejo tentando matar Micalateia e Mel, na verdade, este jantar seria meu adeus não declarado, quando todos fossem dormir, eu marcharia para Amodos, e abraçaria minha morte e destino.
(Marcus)- Você só esta traumatizado, não tem como preparar alguém para matar seus semelhantes, entendo que para você, tenha sido mais difícil, pois você vem de um mundo mais pacífico, mas venho também lhe ofertar algo, a chance de se redimir com todos e a chance de ter poder o suficiente para não permitir que essa tragedia ocorra de novo. Te dou até o fim da chama desta pira para decidir, se for de sua vontade, mandarei que meus cavaleiros se retirem, formaremos um circulo de proteção ao redor da montanha e você poderá viver feliz aqui por toda a eternidade, pois de ninguém foi pedido mais do que de você, que nasceu como um príncipe, viveu como um pacifista, e foi obrigado a participar de um massacre sem sentido. Mas se aceitar minha proposta, morte e desgraça rodearão teu caminho, e a dor da morte fará parte de teus dias, mas você então terá o poder que tanto cobiça para proteger a todos que ama.
A conversa é interrompida quando o galho que Mel empunhava se quebra, e ela escorrega caindo dos ombros do massivo guerreiro que só agora se lembrara de sua agressora. Ele gentilmente a segura antes que ela atinja o chão, a recolocando em seus ombros e lhe entregando uma maça leve, provavelmente um enfeite de mesa, e ela recomeça a golpear, embora agora lentamente, devido ao cansaço e ao sono.
(Marcus)- Ela é de Berard, pensei que todos os civis haviam morrido, fico feliz em estar errado, bom, vamos aproveitar este jantar, lhe trouxe muita comida preparada por Titania, esta ai uma amazona que vai ficar feliz em saber que você ainda vive.
Micalateia olha para os dois com rispidez, e ambos riem dos ciúmes da menina.
Ao termino da refeição, agora mais calorosa e barulhenta como é de costume, Marcus instrui o antigo comandado a se despedir de sua esposa e filha, e lhe diz que estará no limite da cidade de Amodos lhe esperando, e que se ele não aparecer, entenderá como o desejo de viver uma vida calma e feliz, e que isso lhe é de direito, e no minimo a obrigação dele em garanti-la, dadas as atrocidades a que ele foi exposto para defender este mundo, ao qual ele nada devia.
Immperius fita pensativo a brasa da fogueira quanto observa divertidamente a discução de Micalateia com Marcus, lhe dizendo que Immperius esta bem casado com ela, e que ele não precisa mais ficar empurrando mais nenhuma pretendente para cima dele, enquanto Marcus apenas ri, cantarolando cantigas de ninar para Mel, que repousa em seus braços, ficando desconcertado quando a mesma pergunta se ele quer seu seu avozinho, mas adormece antes que o cavaleiro tão experiente se recupere do cheque causado por uma criança tão pequena.
Immperius se apruma em seu trono, pensando que todos deveriam ter direito a uma vida como a que Marcus lhe ofereceu, feliz, sem preocupações, que esta dadiva não deveria estar restrita a ele, então tomado de seu impeto a muito adormecido, ele se levanta e diz, mesmo que sem emitir som algum -"Eu aceito"- Marcus sorri, acenando com a cabeça para mostrar que ouviu o Chefe Guerreiro. E a alegria enfim reina mais uma vez em Orgrimar, e quando todos se recolhem a seus aposentos, Marcus diz que ficará ali para garantir com sua aura que os pesadelos de Immperius não se repitam esta noite, mas que esta seria a última noite dele na cidade.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   30/09/15, 04:02 am

Immperius leva sua filha a seu quarto e a deposita em sua cama, onde ela finalmente aceitara dormir sozinha. Mas ao se dirigir para seus aposentos ele é surpreendido por Grom'mash, que esta recostado na parede, poucos metros distante da porta, que lhe indaga:
(Grom)- Tem certeza que está fazendo a coisa certa?
(Immperius)-Sim, não posso permitir que nada de ruim aconteça a esta cidade e a minha família, mas no momento não sou digno ou forte o suficiente para defender estas palavras, e as recorrentes visitas de Lion que sempre vem sem avisar e a recente chegada de Marcus, apenas deixam isso mais claro.
Ele se dirige a porta, e os dois evitam o olhar um do outro, sabendo que mesmo essa não sendo a decisão mais fácil, não ha nada a ser feito.
Ao entrar no quarto, Immperius se depara com sua esposa, mas a mesma não exibe mais a força e a confiança que ela exibiu nas ultimas semanas, agora, ela tem o mesmo olhar assustado de quando ele invadiu sua confecção, e ela lhe indaga:
(Micalateia)- Você vai embora? De novo?
Immperius apenas assente com a cabeça, segurando as lagrimas que a dor dessa escolha lhe causa, mas a menina continua...
(Micalateia)-Vai me deixar? Vai me abandonar de novo?
Immperius não ousou dizer nenhuma palavra, ao invés disso, ele apenas a abraçou, beijando-a como nunca havia feito, apagando de sua mente todo o medo e incerteza que ainda residiam em sua mente. Ele a toma nos braços e os dois consumam seu amor, com uma paixão tal qual fosse a primeira vez que se encontram, como se o mundo pudesse acabar ali, e os dois partiriam felizes deste mundo.
Após muitas horas, apenas quando esta certo que sua esposa esta dormindo, ele se levanta, coloca suas grevas e a braçadeira que ainda ssobraram da armadura forjada por ele e Uhysash, pega a parte que ainda tem de sua espada e sai, silenciosamente de seu quarto, deixando apenas um bilhete para sua amada.
Ao despertar Micalateia lê a carta de despedida de seu marido, e ao ler as ultimas palavras, lagrimas correm em seu rosto, enquanto ela sussurra:
-Ele vai voltar...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   30/09/15, 04:08 am

"Micalateia, quando ler isso, já terei partido, e deixo você com a certeza que só os imortais como nós podem ter, a de que mesmo que se passem mil anos, eu vou voltar, e então, para sempre estarei ao teu lado.
Parto hoje, mas meu coração será para sempre seu, e aqui ficarão meus pensamentos, pois nunca alguém me fez tão feliz como você me faz.
Por favor, cuide de todos na minha ausência, pois sinto que não poderei regressar por um bom tempo, mas tão cedo quanto possível, retornarei pra ti, meu único e verdadeiro amor.
                                                                 Para sempre seu, Immperius"
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   30/09/15, 04:23 am

O ar da manhã é frio, e Marcus espera, sozinho a chegada de Immperius, pois o sol está prestes a nascer. Ele fecha, desiludido o relógio de ouro e o devolve ao bolso, e pensa, com tristeza...
-Eu achei que ele viria, mas ninguém pode culpa-lo por escolher finalmente viver em paz.
Ele se levanta, e se vira para retornar ao forte, e começar os preparativos da proteção prometida ao seu antigo cavaleiro, e apos alguns passos, é interrompido pelo chamado inesperado...
-Pensei que você tinha me dado até o amanhecer, velho, ou você achou que se livraria de mim assim, tão fácil?
Ao se virar, ele vê, descrente a cena que inflama seu coração... Com o sol nascente reluzindo em seus cabelos curtos e castanho, os primeiros raios da manhã banham um guerreiro vindo do sul, que traz uma espada quebrada na mão esquerda e anda, como se o sol fosse seu manto da vitoria. E pensa...
-"O moleque pode ser indisciplinado, e é de longe o cavaleiro mais turrão que eu já treinei, mas ele sabe como fazer uma entrada triunfal.
(Marcus)- Eu sabia que você não resistiria ao chamado das armas, e que aquela brincadeirinha de casinha não tardaria em te cansar.
(Immperius)- ]vamos logo pro forte velho, pelo visto o ar da manhã esta te amolecendo mais que o casamento do Uhysash, e essa mochila esta cada vez mais pesada...
Os dois agora rumam para Amodos, em silêncio, mas para eles nenhuma palavra precisa ser dita
pois como se tivessem vivido juntos por décadas, mesmo a marcha ritmada em que os dois se encontravam, expressava qualquer palavra que os dois possam querer dizer...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   30/09/15, 05:25 am

Ao ver de longe as primeiras casas da cidade, Marcus entrega a Immperius um manto negro, e ele rapidamente o veste, imaginando os problemas que causaria ao ser visto entrando na cidade.
Eles seguem sem problemas ao quartel, mas la, são surpreendidos por uma figura escura no átrio interno...
-Pensei ter deixado bem claro que se qualquer um destes vermes profanassem nossas terras com sua presença deveríamos mata-los e não escolta-los para tomar café, Marcus.
Immperius reconheceu a voz de imediato, era a voz de Milf, e pelo tom, ele estaria mais descontente que o de costume.
-Não tenho tempo para teu teatrinho lagartixa, eu mesmo o convoquei para se apresentar ao forte, e mesmo a tua presença aqui só ocorre a pedido meu.
Milf avança na direção de Marcus, com chamas escapando de sua boca, mas é impedido por Immperius, que se posta em posição de guarda, empunhando o toco da espada que um dia feriu seu irmão mortalmente. Ele analisa a situação, e rapidos fatos lhe vem a mente...
- O garoto não representa nenhuma ameaça direta, porem este é o templo de Marcus, e aqui, seus poderes são incomparáveis, e a espada que o menino empunha, diretamente ou não, já ceifou a vida de um de nós, o que provavelmente a impregnou com algum poder, sem contar o braço esquerdo do moleque, que é feito daquele que talvez seja o único material mais resistente que as minhas escamas...
(Milf)-Diga então Marcus, qual a razão de pedir que eu esteja aqui neste momento, o que tem de ser feito agora que não poderia esperar até que eu acordasse?
(Marcus)-Esta na horra de fazer a armadura de que lhe falei.
(Milf)- Para precisar das habilidades deste moleque imprestável, você realmente esqueceu como forjar...
(Marcus)- Exceto pelo fato de que a armadura não é pra mim.
(Milf)- Você realmente enlouqueceu não é? Ele jamais sobreviveria a fabricação de tal artefato. Isso é cruel até mesmo em vista do que ele fez, se queria mata-lo, seria mais piedoso apenas decapita-lo
(Marcus)-Mesmo assim, eu confio nele e sei que ele vai sobreviver, ele já passou por torturas bem maiores em nome da nossa tão amada Lotus.
Milf, ao perceber que por mais improvável que fosse, Marcus estava certo do que dizia, aceitou as condições do guerreiro, e os três seguiram para a parte mais profunda do forte, aonde immperius jamais estivera.
(Marcus)- Garoto, já faz um tempo que venho preparando este lugar para você...
Eles chegaram em um grande salão, tão alto que o teto era escondido pelas sombras, apesar da grande quantidade de tochas que iluminavam o local.
Ele posta Immperius no fundo de uma piscina vazia, atrela a ele grilhões e diz, com tom preocupado.
(Marcus)- Eu vou perguntar isso pela ultima vez, tem certeza que este é o caminho que deseja? A partir daqui, não tem mais volta!
Immperius apenas acena, demonstrando que esta disposto a passar pelo que quer que fosse para recuperar seus poderes, e apenas então, voltar aos braços de sua amada.
(Marcus)- Que assim seja, vamos dar inicio a criação da sua nova armadura, ela será unica em estilo de fabricação, poder e defesa, mas você vera, que nunca ninguém pagou tão caro por uma armadura quanto você vai pagar.
Dito isso, o caldeirão que borbulhava com uma sopa alaranjada de metais derretidos é tombado, e só então, Immperius entende as palavras do cavaleiro.
A dor do metal derretido queima quase que instantaneamente a pele de Immperius, e ele sente que mesmo seus músculos, capazes de quebrar espadas em dureza, são desmantelados em segundos. Seus urros de dor e sofrimento só são abafados pelo rugido emitido por Milf, ao despejar sobre ele ondas repetidas de chamas draconicas. E a cada martelada, a cada molda do ferro Marcus luta para manter o corpo de seu modelo vivo, e em sua forma original, enquanto entoa uma reza misteriosa, que intriga Immperius, pois ele mesmo entende poucas palavras.
Conforme o processo permeia ao longo das horas, a dor começa a desaparecer, brevemente, Immperius para de sentir os poderosos golpes do martelo de Marcus, aos poucos, ele sente o que resta de seu corpo ficando dormente, até que ele percebe, que desta vez, ele não sobreviverá as injurias causadas.
Com o termino da fabricação, as chamas param, mas marteladas se calam, as correntes dos grilhões se rompem, deixando cair aquela figura disforme em uma combinação de aços infindável, com um braço só, aquela figura que um dia foi Immperius, que agora jaz morto, no centro do átrio...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   30/09/15, 05:31 am

Milf se enfurece diante da cena que acabara de ajudar a criar, ele avança em direção a Marcus, enfraquecido pela quantidade de poder que acabara de gastar na confecção recente, o segura pelo pescoço, e quase estrangulando-o pergunta:
-Você era responsável por ele, você é quem deveria mata-lo caso ele regressasse, por que me fez sujar as mãos me envolvendo em um ato tão cruel?
(Marcus)- Cale-se, você bem sabe que isso não poderia ser feito sem as chamas de um rei dragão, e este ainda não é o fim do garoto, ao menos, se ele tiver metade da força de vontade que ele demonstrava ter, ele regressará, e então a Arauto do Orgulho irá finalmente estar pronta...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   07/10/15, 04:54 pm

Quando desperta, Immperius percebe que seu corpo esta inteiro de novo, na verdade, mais forte do que antes, como se pouco a pouco, seus poderes voltassem a plenitude. Ele abre os olhos, e se vê em um ambiente escuro, de onde a unica luz vem de pequenas fissuras no chão, que emitem uma luz avermelhada como o sangue, ele então se posta de pé e começa a caminhar pelo local,, apesar de sua mente estar turva e ele não conseguir se focar em nenhuma memoria, como se seu passado tivesse sido embaralhado, tudo o que ele sente é o ódio e o rancor de milhares de almas. Quando começa a andar, ele percebe que o ar é frigido, ele nunca sentira um frio tão intenso quanto o daquele local.
Apos o que lhe pareceram horas andando ele encontra um jovem, a primeira vista ele não o reconhece, mas suas feições são familiares, e lhe despertam um sentimento fraterno de ternura e proteção, ao se aproximar ele percebe que havia se enganado, e ao voltar seus olhos para Immperius, ele demonstra a fúria de um terremoto, ao mesmo tempo que emana a paz de um dia quente de verão...
(Immperius)- Quion... É você?
(Caçador)- Não garoto, meu nome é Ikkiterion, guardião da natureza e de toda a vida selvagem.
(Immperius)- Desculpe, você é muito parecido com alguém que conheci no passado...
Ao terminar estas palavras, ele percebe só então que o caçador se postou em sua frente, com o arco em punho e uma flecha que lhe toca entre os olhos, e com um olhar dotado da fúria da maior das bestas, urra seu comando:
(Ikkiterion)-Mais respeito ao se dirigir a mim tolo, se usardes deste tom insolente a mim de novo, ceifarei sua existência insignificante...
Immperius recua, confuso, pois quem seria este ser, que poder é este que o permite se mover tão rápido que nem mesmo seus olhos compreendem seus  movimentos...
O caçador o fita dos pés a cabeça, e lhe faz sinal para que o siga.
(Caçador)- Immperius, venha comigo, tem alguém que quer muito te reencontrar.
Após caminhar alguns minutos, ele encontra um grande lobo, cuidando de outro, levando comida a ele, pois ele esta fraco e não parece que vai resistir muito mais tempo.
(Caçador)- Não é muito comum alguém da sua espécie nascer com um desses junto a alma, mas de alguma forma, vocês foram separados...
Immperius fita o estranho lobo, de pelos dourados como fios de ouro com raízes negras, presas e garras mortíferas, mas nem de longe o predador que poderia ser, pois esta fraco, quase que só pele e osso, e ao se aproximar do animal, ele o encara de volta, seus olhos castanhos, com uma leve luz dourada emanando dos olhos, olhos estes que carregam tristeza, como um animal que fora maltratado e torturado por muito tempo. O lobo demonstra não se incomodar com a presença de Immperius permitindo que ele se aproxime, e o mesmo tomado de um impulso inconsciente afaga suas orelhas, quando é tomado de uma tontura súbita e cai desmaiado.
Ele então vê, seu corpo inerte rodeado de pessoas estranhas, que entoam uma reza constante em uma língua que ele desconhece, e vê que a cada frase, uma parte de seu corpo é removida pelas sombras, e uma nova se forma do sangue que compõe um circulo ao seu redor. Quando cada parte de seu corpo havia sido substituída, ele vê duas ferras aproximarem-se de seu novo corpo, uma delas um demônio que se assemelha muito a um morcego e do outro lado, um lobo bípede que chuta sua carcaça no chão, mas ao invés de seu corpo corpo ser deslocado, um lobo dourado sai de dentro dele e corre assustado para longe enquanto as criaturas se deitam sobre seu corpo, fundindo-se assim com este novo ser.
Ao acordar, ele percebe que esta desacordado a um bom tempo, Ikkiterion acendeu uma fogueira e o recebe de volta de seu sono com uma tigela de sopa, com cheiro de carne e algumas iguarias que realçam o aroma do alimento oferecido. Só então ele percebe que suas entranhas estão doendo e a fome que sente, demonstra que ele passara dias desacordado, ele se senta e aceita a tigela, mas antes de dar a primeira colherada ele olha pra traz e vê que o lobo o encara, com um olhar de aprovação, mas também, ao mesmo tempo, com uma aparência moribunda de que não vai resistir muito mais tempo. Ele então assopra a bebida, que amorna quase que de imediato e a oferece ao lobo, que com um olhar confuso, o encara de volta, mas logo sede ao aroma inebriante e começa a sorver o caldo grosso e nutritivo.
(Caçador)- Você realmente não confia em mim não é mesmo moleque?
(Immperius)- Vos estais errado, confio te a minha vida, pois se tira-la fosse sua intenção, o tempo de meu desmaio teria sido mais que o suficiente, e se me ofereceste comida, é por que sabe o quão fraco estou e o quão faminto, mas este lobo precisa mais deste alimento que eu, e como já falhei com ele no passado, não quero permitir que isso jamais se repita.
O caçador o encara, serve mais sopa para si, e mais uma tigela, ofertando-a a Immperius, que não come, e novamente a usa para alimentar o lobo, mesmo diante das fortes dores que sente devido a fome. Apenas quando o lobo recusa a tigela, ele então a pega e tenta beber, mas é tarde, mesmo com a fogueira, ele volta a sentir o frio que existe no local, e cai deitado, sem forças para mover um músculo sequer, e é quando ele é surpreendido pela atitude de seus acompanhantes, eles o sentam, recostando seu corpo na mochila do caçador, e enquanto o lobo dourado deita em seu colo, o outro rapaz o ajuda a se alimentar, servindo-lhe generosas porções da sopa que começa a aquecer seu corpo e acalmar seu medo de morrer, até que o mesmo não resiste, e com o calor emitido pelo lobo, ele dorme, agora tranquilo, alimentado e satisfeito, pois sente que salvara o animal.
Ao despertar, o caçador lhe oferece pão e água, que apesar dos avisos de que o lobo ja havia sido alimentado, ele insiste em dividir com o animal dourado. Só então ele percebe que o jovem também é seguido por um lobo, que agora o encara com um olhar que passa aprovação, o lobo fita seu companheiro humano e acena positivamente com a cabeça, o jovem então se levanta e diz:
-Irmãos, este aqui tem minha aprovação, ele demonstra estar disposto a proteger mesmo que lhe custe a vida, então agora proclamo, Gabriel, tens minha benção.
Ele ajuda a Immperius a se levantar, e enquanto ele tira, confuso a poeira de suas vestes, o lobo dourado que corre feliz ao redor deles, subitamente investe contra o peito de Immperius, que não sente nenhum impacto, mas se sente então, menos vazio, como se uma parte dele a muito tempo perdida tivesse voltado,só então ele percebe que aquele era o lobo que ele via em seus sonhos quando criança, que sempre vinha em seu auxilio para salva-lo em seus pesadelos.
Ele olha ao redor e percebe que ele mesmo esta diferente, seus olhos agora vem uma longa planície, picotada por rios de fogo que parecem veias, sua mão esta mais forte e seus dedos alongados, e no lugar de unhas ele vê que agora tem garras, e ao olhar seu reflexo na espada de Ikkiterion, ele percebe que suas feições estão mais ferais, os músculos de sua mandíbula estão maiores e que seus dentes agora se assemelham a presas. Ikkiterion fala, que isso se deve ao fato de seu lado animal não estar pronto para sair ainda, o que gera esta forma hibrida entre homem e lobisomem. Eles seguem viagem deixando para traz apenas o peso que Immperius sentia de negar a si mesmo quem ele realmente é...
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   07/01/16, 10:05 pm

Após muito tempo caminhando pela vastidão vulcânica que o cerca, Immperius vê finalmente alguma aglomeração, e se aproxima, tomando o cuidado para não chamar a atenção da comitiva, e fica surpreso ao ver que se tratam de demônios.
Um grupo de aproximadamente 200 demônios menores acompanham e carregam o trono de uma bela mulher, nua em pelo, de corpo escultural e grotescas falanges demoníacas projetando-se de suas costas, cabelos vermelhos como o sangue, de coxas torneadas e seios fartos e perfeitamente redondos, rodeada de vários lacaios que erguem seu trono com satisfação e olhares apaixonados. Porém, sua presença não se mantem oculta por muito tempo, e é percebido por todos, e quando se prepara para lutar por sua vida, o guerreiro é surpreendido pela visão de que todas as criaturas se curvam, e a dama que carregavam se adianta se curvando-se e beijando seus pés:
- Meu senhor, que fortuna trazes ao cruzar nosso caminho nesta parte afastada do palácio de nosso senhor, gratifico-me em ver que apesar de sua injuria ainda não regenerada, isso nada afeta a semente negra de nosso Grão Lorde.
Immperius observa, pasmo, o comportamento estranho das criaturas ao seu redor, pasmo, sem saber o que dizer. Analisando a situação ele logo deduz que estes demônio o dervirão bem, desde que ele não deixe o disfarce de demônio caia, elogo responde:
-(immperius) Claro, aonde que estejamos, agora levem-me a seu destino, lá decidirei suas punições por demorarem em atender meu chamado.
Os olhos da demonesa arderam em satisfação ao ouvir tais palavras, e ela o conduz a ocupar seu próprio trono, e agride um demônio que levantara a face para olhar o novo convidado. Durante o caminho ela lhe diz que estava preocupada e se desculpa por não ter reconhecido seu chamado de imediato, mas não sabia como seu jovem mestre a chamaria. Tomado por um impulso involuntário, Immperius golpeia o rosto da mulher, que se retorce no chão, presa em espasmos no chão. Rapidamente Immperius percebe que essa mulher emite um aura de raiva, não, é algo mais refinado...
(immperius)- Criatura, lembro-me de mostrar a mim seu corpo, mas não lembro de ter me dito teu nome.
Após uma reverencia exagerada a mulher se afasta alguns passos e se apresenta:
-Sou Andariel, aspecto da tentação, transbordo de prazer em ver que nem mesmo a encarnação do mal pode resistir aos meus encantos, minha função é ser a malevolência que corrompe a todos, mesmo os mais puros paladinos sucumbiram a mim, e nada mais justo que seja eu, a tentação em pessoa a começar a reunir suas consortes meu senhor, mas não se preocupe, pois enquanto o elenco de suas comcubinas não estiver de seu agrado, eu mesma servirei a teus desejos meu senhor.
Diante de seus olhos, Immperius vê um grupe de sucubbus surgirem e começar a se transformar, trocando de aparência aleatoriamente entre todas as amazonas, donas de taverna, em suma, cada mulher que immperius já avistou, mas todas começaram a se firmar com a aparência de Micalateia, porém, antes que as mesmas se firmassem em sua aparência, immperius as deflagra com sua inquisição, expulsando assim todas em um único golpe.
(immperius)-Basta, se dizes ser tão fiel, seguirá apenas minhas ordens, e só agira quando for comandada.
Ela o fita com medo, e logo desculpa-se:
-Perdoe-me meu senhor, não foi minha intenção comandar a encarnação das trevas que és.
Ela continua a guia-lo, em silêncio, e percebe que qualquer tentativa de contato físico é repreendida, não mais com agressões sádicas, mas com olhares duros como aço.
Immperius começa a visualizar o destino da caravana, um círculo de tronos, com 8 tronos, e 6 das criaturas mais pavorosas ali estavam, envoltos em um círculo de fogo. Ao se aproximarem, a figura esquelética e sem pernas se curva ante immperius e se apresenta...
-Eu sou Mephisto, o senhor das almas, e é um prazer sem igual poder estar em tua presença jovem amo. Estes são Baal o senhor das destruição, Diablo o senhor do medo, Azmodan o senhor do pecado, Belial, o senhor da mentira, e Duriel o senhor do sub mundo, e irmão gêmeo de sua acompanhante, Andariel.
Immperius caminha por entre eles com passos firmes, concentrando cada fibra de seu cerne para não sucumbir as presenças demoníacas ali presentes e se senta no trono vazio ao lado daquele que éra ocupado por Mephisto, quando então outro dos demônios se manifesta:
-HUHOHÓRRARRAAAAA, que interessante escolha meu jovem mestre, eu sou Azmodan, e não poderia estar mais intrigado pela sua escolha de lugar, pois seus braços esquerdo e direito devem ser bem escohlidos, e duvido que a puta e o diplomata lhe sejam tão uteis quanto eu ou Diablo, e se tua escolha fosse de usar Duriel, não poderia decidir por melhor servo dentre os presentes, pois ninguém lhe será mais fiel, e a teu comando ele enfrentaria até mesmo teu pai, O Mal Supremo...
Immperius lembra-se dos dias dentro da guarda, e de quando tentava, sem sucesso organizar os soldados para recolher as armaduras para reforma-las com aço, quando Marcus, se apiedando do novo cavaleiro lhe ensina a corneta de prata, a técnica usada por ele mesmo para fazer sua voz ressoar como um trovão, trazendo ordem ao caos, bravura aos aliados e pânico aos inimigos...
-SILÊNCIO CÃO SARNENTO, SENTO-ME ONDE DESEJAR E COMANDO AQUELE QUE ESTIVER AO MEU REDOR, SINTA-SE AFORTUNADO POIS A ÚNICA INJURIA QUE LHE SERÁ CAUSADA POR SUA INSOLÊNCIA DESTA VEZ SERÁ A DE PERMANECER DE PÉ, ATÉ O FIM DA SERIMONIA, Mas não abuse de minha boa vontade de novo.
Imediatamente, os outro demônios golpeiam seus tronos destroçando os mesmo em uma tempestade de ossos partidos, e Duriel despedaça o trono de Azmodan, com algo que se assemelhava a um sorriso em sua face dformada.
-(Immperius) Que se iniciem as condolências, não disperdissem mais o meu tempo.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   07/01/16, 10:25 pm

Após uma breve reverencia feita pelos demônios, eles se postam em circulo, enquanto alguns guardas trazem algumas almas, que como Andariel lhe disse, serviriam apenas para seu divertimento enquanto aguarda para falar com o grande mestre.
Suprindo a surpresa, ele vê a alma de Uhysash no meio de outras duas que ele reconhece, dada a semelhança física, como os pais biológicos de Mel. Quando Mephisto lhe diz, que nenhuma alma sacrificada próximo a ele, escapa as chamas do inferno ardente.
Tomado de uma fúria incontrolável, ele desfere mais uma vez sua inquisição, desacordando seus 7 acompanhantes e exorcisándo a alma guardas que trouxeram as almas.
Ele abençoa as almas do casal que ali aguardavam a tortura, lhes dizendo que seu lugar não é ali, e assim, os enviando para a luz, e vê Uhisash, com seu sorriso desdenhoso como sempre, e o abençõa da mesma forma, mas ele não vai para a luz, apenas o abraça, terno e caloroso, e lhe diz, enquanto sua imagem se desfaz nas sombras...
-Obrigado, por culpa da tua bondade, e de teu orgulho, você sofrerá injúrias das quais você ão é merecedor. Mesmo sem ter o direito, eu te peço, cuide bem de todos...
Apos o desaparecimento de Uhysash, Immperius percebe que novamente esta sendo observado, um rapaz grande, maior que até mesmo que Marcus o observa, trazendo um martelo em uma mão, e um livro na outra, ele percebe que mesmo sem parar de ler, ele percebe cada movimento...
-Pirralho, você conseguiu, conquistou minha atenção, definitivamente IKKITERION estava certo, você vale a pena. Gabriel, eu OBERION lhe concedo a minha benção.
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MensagemAssunto: Re: O Exílio , a Dor, e a Redenção   

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